Honda XRE 300 Sahara

Honda XRE 300 Sahara em foto oficial de divulgação

A Honda XRE 300 Sahara é a trail de média cilindrada da Honda para uso misto entre cidade, estrada e terra. Ela chegou em 2023 como sucessora da XRE 300, que estreou em 2009 e ganhou uma segunda geração em 2019, e resgatou o nome Sahara da antiga NX 350. A linha atual tem três versões: Standard, Rally e Adventure.

O que a XRE 300 Sahara oferece

O motor monocilíndrico de 293,5 cm³ é flex, com injeção eletrônica e arrefecimento a ar. Rende 24,8 cv com gasolina e 25,2 cv com etanol a 7.500 rpm, com torque de 2,70 kgfm e 2,74 kgfm a 5.750 rpm, respectivamente. O câmbio tem seis marchas e a embreagem é assistida e deslizante. As rodas são raiadas, aro 21 na dianteira e 18 na traseira, os freios são a disco nas duas rodas com ABS, e o tanque comporta 13,8 litros.

A suspensão traseira tem sete níveis de ajuste de pré-carga, o painel é digital com indicador de marcha e a iluminação é full LED. A linha 2027 acrescentou o controle de tração HSTC e a chave codificada HISS. Entre as versões, a Rally muda os grafismos e a Adventure traz de fábrica bolha mais alta e protetores de motor e carenagem.

Uso e proposta da XRE 300 Sahara

A Sahara atende a quem usa a moto no dia a dia e quer viajar ou encarar estradas de terra sem trocar de modelo. A sexta marcha reduz o giro do motor na rodovia, ponto que separa a Sahara da XRE 300 anterior, de cinco marchas. Para quem compara com uma XRE 300 usada, a segunda geração, a partir de 2019, já traz iluminação em LED e ABS nas duas rodas. A altura do banco merece atenção de quem tem estatura menor.

Opinião do editor

Avaliação Opina Motors

3,7 de 5

A Sahara é a Honda que aceita o convite de qualquer estrada. Chegou em 2023 como sucessora da XRE 300, que estreou em 2009, e resgatou o nome Sahara da antiga NX 350. É a trail de média cilindrada para quem usa a moto de segunda a sexta e quer viajar no fim de semana, de asfalto ou de terra, sem trocar de modelo.

A ficha é boa. Motor monocilíndrico de 293,5 cm³, flex, com 24,8 cv na gasolina e 25,2 no etanol, câmbio de seis marchas e embreagem assistida e deslizante. A sexta marcha derruba o giro na rodovia, e é o que a separa da XRE 300 anterior, de cinco. Freios a disco com ABS nas duas rodas, painel digital com indicador de marcha, iluminação full LED, pré-carga traseira em sete níveis e tanque de 13,8 litros. A linha 2027 acrescentou controle de tração HSTC e chave codificada HISS. Há três versões, Standard, Rally e Adventure, e a Adventure já vem com bolha mais alta e protetores.

Os pontos fracos são previsíveis. Um monocilíndrico a ar, mesmo flex, não é referência de consumo. As rodas raiadas aro 21 e 18 e o banco alto pedem atenção de quem tem estatura menor e deixam a ciclística mais voltada para terra que para curva no asfalto. A tecnologia é boa para a categoria, mas a ficha não fala em conectividade. O custo-benefício é bom se você de fato usa a estrada e a terra. Quem só anda na cidade paga por capacidade que não vai usar.

  • Satisfação geral: ★★★★★
  • Visual: ★★★★★
  • Desempenho: ★★★★★
  • Consumo: ★★★★★
  • Conforto: ★★★★★
  • Ciclística: ★★★★★
  • Segurança: ★★★★★
  • Tecnologia: ★★★★★
  • Confiabilidade: ★★★★★
  • Custo-benefício: ★★★★★