O Chevrolet Corsa chegou ao Brasil em 1994 para substituir o Chevette e se tornou uma das plataformas mais versáteis e longevas da marca no país, consolidando-se como referência de carro popular acessível ao longo de quase duas décadas. Ao longo de sua existência, foi vendido em pelo menos quatro carrocerias distintas — hatch de duas e quatro portas, sedã (que depois se tornou o Classic), perua (Wagon) e picape (primeira Montana) — e gerou derivados que sobreviveram muito além da própria família original, como o Celta e o Agile.
O conjunto mecânico reunia motores de 1.0 a 1.4 flex com transmissão manual, conhecidos pela simplicidade e baixo custo de manutenção — atributos que tornaram o Corsa popular entre famílias, profissionais autônomos e novos motoristas. A plataforma de projeto europeu trouxe um comportamento mais firme e seguro do que o Chevette oferecia, e a grande variação de versões e carrocerias criou um mercado de usados muito diversificado. Encerrado em 2012, o Corsa deixou um acervo imenso de peças no mercado e continua alimentando um expressivo segmento de usados em todas as regiões do Brasil.
Pontos de destaque: foi vendido como hatch, sedã, perua e picape, o que deixou um estoque grande e variado de usados.
Situação: Fora de linha; a produção da geração mais recente encerrou em 2012. Os valores de referência ficam por conta do mercado de usados.
