A Omoda Jaecoo entrou no radar do consumidor brasileiro sem fazer cerimônia: comunicação mais premium, SUVs de visual marcante e uma aposta clara num público que quer tecnologia, mas que também liga para desenho, acabamento e aquela sensação de novidade na garagem.
A receita já foi vista em outros mercados. Marcas chinesas chegam com produtos bem equipados, montam rede própria e tentam afastar a insegurança inicial do cliente com garantia e um posicionamento claro.
No Brasil, o teste de verdade vem depois da estreia. Assistência técnica, peças disponíveis e valor de revenda tendem a pesar tanto quanto telas grandes e motores eletrificados. Bonito na vitrine todo mundo é; o que conta é como o carro se comporta no terceiro ano de uso.
